A greve de fome de Anthony Garotinho, pré-candidato à presidência da república pelo pérfido PMDB, há de ficar registrada à posteriori no anedotário político brasileiro como uma das mais risíveis pataquadas perpetradas por um homem público em toda história.
Não tendo como rebater, com argumentos e fatos, as denúncias que pesam contra ele, o ominoso político, num primeiro momento apelou para o surradíssimo expediente de atacar seus críticos, já que a crítica assomava-se robusta e inquebrantável, lastreada em verdade documental, declarando, de maneira vazia e demagógica, estar em curso sórdida campanha midiática afim de demolir-lhe a já combalida imagem. Não obtendo sucesso, foi ainda além, iniciando essa patética greve de fome, tal qual um Garotinho mimado!
Além do senso de ridículo, o rechonchudo político já perdeu 700 gramas. Sua saúde agradece.
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